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1 Solar

Em abril, Multiplicadores Solares (jovens treinados pelo Greenpeace para espalhar o conhecimento sobre energia solar pelo Brasil) instalam 48 painéis solares na Escola Municipal Milton Magalhães Porto, em Uberlândia (MG). Desde então, a instituição economizou oito mil reais em sua conta de luz, e o valor foi revertido em atividades extracurriculares para os alunos.

Foto: Otávio Almeida/Greenpeace

2 Florestas e Água

Em abril, ativistas protestaram contra o desmatamento e a consequente falta de água que assola várias regiões do Brasil. Foi estendida uma faixa de 60 metros de comprimento por 30 metros de largura com a mensagem “a falta de água começa aqui”, em uma área de 360 hectares de mata queimada e destruída no sul de Roraima. A Amazônia transpira, diariamente, 20 bilhões de toneladas de vapor de água que é levado pelo vento para outras regiões, nas quais cai como chuva. Por isso, a medida que o desmatamento do bioma avança, as secas se intensificam no País.

Foto: Marizilda Cruppe/Greenpeace

3 Madeira

Em junho, o Greenpeace mostrou que a Fazenda Agropecuária Santa Efigênia, situada no município de Uruará (PA), comercializava madeira ilegal, desmatando áreas proibidas, como terras indígenas e unidades de conservação. A denúncia revelou um plano fraudulento de manejo florestal, por meio do qual a madeireira fingia que a madeira era de uma área legalizada.

Foto: Rogério Assis/Greenpeace

4 Ka’apor

Em setembro, os índios Ka’apor instalaram em suas terras dispositivos eletrônicos de monitoramento, como armadilhas fotográficas e rastreadores via GPS, fornecidos pelo Greenpeace. O objetivo da ação é impedir que esse povo entre em conflito com os madeireiros que estão invadindo e saqueando as suas terras, além de permitir que os Ka’apor consigam reunir provas desse crime para levar à justiça.

Foto: Lunaé Parracho/Greenpeace

5 Mobilidade

Em agosto, a pedido do Greenpeace e de outras ONGs, a população de São Paulo ganhou mais tempo e meios para opinar no processo de licitação de transportes públicos da cidade. Em uma das ações, durante abertura da Avenida Paulista para pessoas, a sociedade pode registrar como era o seu Busão dos Sonhos, em um cartaz em forma de ônibus.

Foto: Greenpeace

6 Água

Em abril de 2015, no Dia da Mentira e em plena crise da água, o Greenpeace decidiu “homenagear” o Governo do Estado de São Paulo, pela gestão do colapso hídrico. Foram projetadas, em um prédio na Avenida Paulista, informações sobre o desconto dado a grandes consumidores a medida em que consomem mais água, além de um vídeo de Geraldo Alckmin garantindo que não faltaria água no estado.

Foto: Greenpeace/Julia Moraes

7 Hidrelétricas

Em setembro, o cacique Juarez Saw Munduruku, da aldeia Sawré Muybu, falou sobre os impactos da construção da usina hidrelétrica de São Luiz do Tapajós. O “Encontro dos Sábios” foi promovido pelo Greenpeace e permitiu que os sábios indígenas e os sábios brancos – cientistas que contestam a viabilidade da obra – trocassem conhecimentos e unissem forças contra a construção da usina.

Foto: Lunaé Parracho/Greenpeace

8 Fósseis

Em outubro, o encontro das águas dos rios Negro e Solimões foi escolhido para divulgar uma mensagem contra a utilização de combustíveis fósseis, por meio de uma faixa de 80 metros de comprimento e 20 metros de largura, pintada sobre uma balsa. A ação denunciava o leilão de blocos de exploração de petróleo e gás em plena floresta amazônica. O objetivo do Greenpeace é que o mundo aposente as fontes fósseis para usar 100% de energias renováveis até 2050.

Foto: Rogério Assis/Greenpeace

9 Entrega DZ

Em outubro, depois de mais de três anos de trabalho, Greenpeace entrega no Congresso Nacional as assinaturas das mais de 1,4 milhão de pessoas pedindo que mais nenhuma árvore seja derrubada nas florestas do País. Agora é necessário cobrar os políticos para que o Projeto de Lei seja aprovado.

Foto: Adriano Machado/Greenpeace

10 Ártico

Em julho, ativistas se penduraram sob uma ponte da cidade de Portland, nos Estados Unidos, para impedir a passagem do navio Fennica, da Shell, que rumaria para o Ártico. O objetivo era impedir que a empresa explorasse o petróleo da região, pois isso contribuiria para o agravamento do aquecimento global. Apesar de, após 40 horas, as autoridades terem retirado os ativistas e o navio ter partido, a Shell acabou desistindo de explorar petróleo nas águas do Ártico meses depois, por conta dos retornos pouco expressivos dos primeiros testes na região.

Foto: Tim Aubry/Greenpeace

11 Vida marinha

Em outubro, ativista protesta contra a construção de uma pista militar de pouso no local onde hoje fica o recife de corais Oura Bay, no Japão. O recife é o lar dos dugongs, animais marinhos que estão em extinção e são o símbolo da luta contra o poder do governo central japonês.

Foto: Maarten Van Rouveroy/Greenpeace

12 Nuclear

Em agosto, em frente ao Departamento de Energia da África do Sul, ativistas se acorrentam a um Cavalo de Troia de quatro metros, para lembrar que o investimento do governo em energia nuclear é um presente de grego para a população.

Foto: Mujahid Safodien/Greenpeace

13 Incêndio na floresta

Em outubro, crianças do vilarejo Sei Ahass, na Indonésia, vão para a escola sem nenhuma proteção contra a fumaça que aspiram. No país, há um hábito de incendiar as florestas para abrir caminho, e o Greenpeace foi até lá documentar os impactos da prática, principalmente na saúde dos moradores. Doenças provenientes da aspiração dessa fumaça matam em torno de 110 mil pessoas por ano no sudeste asiático.

Foto: Ardiles Rante / Greenpeace

14 Pesca ilegal e desrespeito aos direitos humanos

Em setembro, o Greenpeace documentou os abusos na pesca e o desrespeito aos direitos humanos nas atividades pesqueiras da Indonésia. Esse pescador birmanês tomando banho em um abrigo temporário, enquanto aguarda para ser enviado ao seu país de origem, foi resgatado no Oceano Pacífico. A indústria da pesca local faz uso do trabalho escravo de pessoas traficadas, que são forçadas a trabalharem mais de 20 horas por dia e não têm atendidas necessidades básicas, como tomar banho.

Foto: Ardiles Rante / Greenpeace

15 Carvão

Em novembro, cem ativistas do Greenpeace protestam contra a continuidade do uso de carvão como fonte de energia na Alemanha. Foi pendurado um banner de 80 metros na chaminé de uma usina à carvão que está em uso desde 1936 e é a mais antiga em funcionamento no país.

Foto: Greenpeace

16 Testes de água e neve para PFC

Em maio, ativistas testam água na região da Haba Snow Mountain, na China, para a presença dos perfluorados (PFC’s), substâncias que causam diversos danos a saúde. Oito times do Greenpeace foram às áreas mais remotas de três continentes para coletarem água e neve, a fim de verificar a presença desses compostos. Foi concluído que os PFC’s não só estão presentes, como, depois de liberados pela produção industrial, permanecem na água por gerações.

Fotos: Xia De Rui/Greenpeace

17 Carvão

Em maio, o Greenpeace documentou os impactos do uso do carvão como fonte de energia na saúde dos chineses – como essa idosa que trabalha recolhendo e vendendo material reciclável, e precisa proteger o rosto com um lenço por conta da pesada poluição do ar. Esse combustível, que manteve o rápido crescimento econômico do país, é altamente poluente: 70% daqueles que morrem em regiões próximas às usinas, morrem de câncer.

Foto: Lu Guang/Greenpeace

18 Dia Global da Ação pelo Clima

Em 30 de maio, o Greenpeace e outras organizações se mobilizaram em diversos países, convidando as pessoas a “acordarem pelo clima”. As ações, como na Croácia, pediram o fim da destruição das florestas e do uso das fontes de energias fósseis e nucleares, além do uso exclusivo de energias renováveis a partir do ano de 2050.

Foto: Ivan Šejic/Greenpeace

19 Dia Global da Ação pelo Clima

Em 30 de maio, o escritório de Israel integrou a ação internacional, levando a sociedade a se engajar nos assuntos climáticos. A ONG se juntou a milhares de torcedores do Maccabi Haifa Futebol Clube e abriu um banner durante um jogo, para protestar contra a família Ofer, que controla as refinarias de petróleo do país.

Foto: Greenpeace

20 Eficiência veicular

Em novembro, durante reunião do conselho da Volkswagen na Alemanha, ativistas do Greenpeace protestam contra a fraude nos testes de emissão de poluentes nos carros da montadora. Os ativistas também exigiram que sejam fornecidas informações sobre as emissões médias de CO2 na frota e uma garantia de que esses testes sejam realizados de forma independente, transparente e reproduzam as condições reais de uso do carro.

Foto: Michael Loewa/Greenpeace